21 de janeiro de 2011

It's like getting lost between blankets and sheets; the way our arms and legs intertwine. It's like the wind in the trees; the way your words blow right through me. It's like the waves in the ocean crashing to shore; the way you crashed into me out of nowhere.
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huuummm...eat eat eat!

20 de janeiro de 2011

Que a luz que me guia nunca se apague...

Que me seja possível provar todos os sabores do mundo...

Que eu seja sempre forte, mas ainda assim flexível...

Que eu possa ter sempre a chave certa, para abrir a porta desejada...

Quero pintar a minha vida de todas as cores e sabores!
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Então, MUITOS PARABÉNS!!!
quero ter-te por cá durante muitos e bons anos =)
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19 de janeiro de 2011

"...Um homem precisa viajar..."


Pior que não terminar uma viagem é nunca partir.
Um homem precisa viajar.


Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv.
Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu.


Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor.
Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto.


Sentir a distância e o desabrigo para estar para estar bem sob o próprio tecto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece
para quebrar essa arrogância
que nos faz ver o mundo como o imaginamos,
e não simplesmente como é ou pode ser.


Que nos faz professores e doutores do que não vimos,
quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.
O mar não é um obstáculo: é um caminho.


Um dia é preciso parar de sonhar e, de algum modo, partir.
Passados dois meses de tantas histórias,
comecei a pensar no sentido da solidão.


Um estado interior que não depende da distância...nem do isolamento;
um vazio que invade as pessoas...
E que a simples companhia ou presença humana não pode preencher.


Solidão foi a única coisa que eu não senti, depois que parti...
Nunca...em momento algum.
Estava, sim, atacado de uma voraz saudade.


De tudo e de todos, de coisas e de pessoas que há muito tempo não via. Mas a saudade às vezes faz bem ao coração. Valoriza os sentimentos, acende as esperanças e apaga as distâncias. Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudade...mas não estará só! Um homem precisa viajar, por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros e tvs, precisa viajar, por si, com os olhos e pés, para entender o que é seu... Descobri como é bom chegar quando se tem paciência. E para se chegar, onde quer que seja, aprendi que não é preciso dominar a força, mas a razão. É preciso, antes de mais nada, querer.

Amyr Klink

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18 de janeiro de 2011